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Entrevistas . Notícias

QG Entrevista Cesar Soares #24

On 15/08/2025 by Fabio Gomes

Cesar Soares transforma vivências pessoais em poesia pop com “Planeta Marte”, canção que traduz o sentimento de tentar recuperar algo que já se perdeu, entre o desejo e a dor de um amor mal resolvido. Conhecido por suas performances intensas e teatrais, o ex-The Voice une brasilidade e modernidade em uma faixa marcada pelas batidas de Marco Suzano e por uma interpretação que transita entre força e vulnerabilidade. Assim como o álbum “Encanto”, ainda em produção, a música ecoa temas como amor próprio, aceitação e liberdade de ser, consolidando o artista como uma das vozes mais expressivas e performáticas da cena contemporânea.

Ouça AQUI!

César Soares (Crédito: Reprodução/Divulgação)

Em entrevista ao QG DA MÚSICA, Cesar Soares fala sobre o processo criativo de “Planeta Marte”, o desafio de unir teatralidade e brasilidade em sua obra, e a missão de emocionar e representar o público LGBTQIA+ por meio de sua música e performance.

QG DA MÚSICA: “Planeta Marte” é inspirada em amores reais e fala também sobre ilusão e medo da rejeição. Ao compor, você costuma revisitar experiências pessoais ou prefere criar narrativas mais ficcionais?

CESAR SOARES: Normalmente, as músicas que eu faço vêm de experiências pessoais, porque é algo muito verdadeiro: o desejo de falar, interpretar e transpor em música o que estou sentindo. Mas existem situações em que penso em uma música que não necessariamente vem de algo real. Um exemplo é uma faixa do meu álbum, “Não Deixa Não”. Eu me inspirei em outra música que ouvi para compô-la. Pensei: “Gente, eu queria falar sobre algo parecido”, então criei ficcionalmente uma história para ela. Mas, normalmente, a inspiração vem muito do que eu vivo pessoalmente.

QG: O Teatro Cesgranrio marca a estreia do show “Encanto”. O que esse espetáculo representa para você neste momento da carreira e o que o público pode esperar dessa primeira apresentação?

CS: Esse espetáculo representa um amadurecimento como artista, porque será o lançamento do meu primeiro álbum. Eu espero por isso há anos e até fiz um financiamento coletivo para viabilizar a criação desse trabalho. Acredito que um álbum coloca a gente em um lugar onde, agora sim, somos reconhecidos como cantores. É um feito muito grande fazer esse show e apresentar, pela primeira vez, as músicas. Acho que as pessoas podem esperar a teatralidade e a performatividade que eu já trago — incluímos algumas danças no show e teremos a participação de um bailarino. Trabalhamos a dramaturgia, então esperem o que eu já faço, mas também novidades. O álbum tem dez músicas e apenas uma é mais conhecida, então haverá muita novidade nesse show.

QG: Seu álbum “Encanto” ainda está em produção. O que o público pode esperar em termos de sonoridade e narrativa?

CS: Ele já está sendo finalizado. Fizemos uma pesquisa sobre os ritmos brasileiros; a ideia era desconstruí-los e mesclá-los para criar algo contemporâneo, com elementos tecnológicos. Convidei o produtor musical Tostoi para trabalhar nesse álbum. As pessoas para quem já mostrei o trabalho percebem essa brasilidade e, ao mesmo tempo, essa desconstrução e modernidade no som — e esse era nosso objetivo. Em relação aos temas, falo muito sobre minhas vivências ligadas ao amor próprio e à aceitação. O disco caminha sobre esse César artista que se coloca no palco e que pode ser múltiplas coisas; no palco é onde eu me permito existir da maneira que eu quiser. O álbum busca exatamente isso: explorar a possibilidade e a liberdade de ser o que você quiser. Essa é a grande proposta, e a narrativa permeia todo o trabalho.

QG: No The Voice Brasil, suas apresentações chamaram atenção pela teatralidade. Como essa vivência influenciou sua forma de pensar um show hoje, anos depois?

CS: Quando entrei no The Voice, levei o que eu já vinha trabalhando: esse cantor, performer e intérprete. O que consegui no programa foi potencializar isso e fazer com que mais pessoas conhecessem meu trabalho. O que trago hoje no show é algo que venho lapidando há anos, e quero aprimorar cada vez mais — porque o trabalho nunca acaba, estamos sempre descobrindo coisas novas. É um processo contínuo. O The Voice foi o caminho, não o lugar onde eu desenvolvi isso, mas onde consegui mostrar ao Brasil o que eu faço. Continuo me desenvolvendo: faço parte de um grupo de cabaré e, a cada apresentação, consigo aperfeiçoar mais essa linha de intérprete performático e teatral.

QG: Você é cantor, ator, figurinista e compositor. Quando começa a criar uma música, o visual e a performance já nascem junto com a melodia?

CS: Normalmente, primeiro vem a melodia, sem a letra; depois, a letra; e só então penso no visual. E não penso sozinho: trabalho com uma equipe. Tenho criado visuais para minhas músicas, chamando uma equipe e desenvolvendo a estética a partir das minhas referências. Os visuais são muito importantes para mim, já que sou uma pessoa muito visual, mas eles não nascem junto com a música — surgem depois.

QG: Você está desenvolvendo o projeto “Cantos da Diversidade”. Qual foi o maior desafio e a maior descoberta ao dar visibilidade a artistas LGBT na história da música brasileira?

CS: Essa é uma série para redes sociais, em que falo sobre a história de artistas LGBT e de músicas com essa temática no contexto da música brasileira. Um desafio foi encontrar material suficiente para a pesquisa: ainda carecemos de registros sobre o tema, pois nunca fomos protagonistas ou foco. Descobri várias coisas interessantes nesse processo, como a história de Tuca, uma cantora lésbica que morreu muito jovem por causa da gordofobia e que não teve a visibilidade que merecia. Também cito Johnny Alf, um dos grandes nomes da bossa nova, mas que raramente é lembrado entre os pioneiros desse estilo. Quando olhamos para a história, percebemos que pessoas LGBT — mesmo que, na época, não houvesse essas nomenclaturas — sempre estiveram presentes na música brasileira.

QG: No show “Coração Desvairado”, você homenageia Ney Matogrosso. O que mais te inspira na trajetória e na postura artística dele, e como essas referências aparecem na sua própria performance?

CS: Acredito que a coragem artística dele, especialmente por ter surgido na época da ditadura, é algo inspirador. Sempre penso em como ele apareceu naquele contexto, com tanta expressividade. Sua busca pela liberdade, a quebra de padrões e a desconstrução do que é ser masculino ou feminino me marcam muito. Conecto-me com ele principalmente como intérprete: na interpretação, teatralidade e performatividade. Claro que sua voz é linda e as músicas são incríveis, mas minha identificação maior é com esse artista que também é ator no palco.

QG: Suas músicas exploram temas como amor, identidade e questões de gênero. Como você vê o poder da arte para desconstruir preconceitos e fortalecer a representatividade da comunidade LGBTQIA+?

CS: Acho que a arte tem uma força muito grande, porque todos nós queremos ser acolhidos e nos sentir representados. A partir do momento em que você não encontra trabalhos artísticos que mostrem seus afetos, você se sente um pouco “ET” — não representado. Na minha época, não havia, na TV ou na mídia, séries ou filmes com personagens ou vivências LGBT. Se isso existisse na minha infância ou adolescência, talvez eu não tivesse sofrido tanto; poderia ter me entendido melhor, me aceitado e até ganhado força para ser quem quisesse ser. A arte conecta o público à ideia de que é possível ser o que quiser, sem problema. A arte que eu faço busca isso: permitir que as pessoas se sintam representadas e acolhidas, porque era exatamente o que eu queria quando era mais novo — e não tive.

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Tags: #qgdamusica #qgentrevista #cesarsoares

19 comments

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